quinta-feira, 12 de março de 2015

Arvoredo Negro

Arvoredo negro
Teu fruto sombrio quero provar, querido

Deleitar sobre sua sombra soturna
Ao som da lua muda

Esse vento tétrico que passa e vai embora
Quero ser parte dessa sua torpe casca rara

No meio da noite tântrica
Galhos negros que espanta
Folhas do preto mais fosco
Arvoredo negro que para mim canta, encanta
Enquanto minha alma leva para o lúgubre
Funesto e tão adverso na floresta obscura
Adeus arvoredo negro agora prefiro a lua.







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