quinta-feira, 1 de maio de 2014

Lágrimas e Cretinice


Sinto-me caindo
Indo em direção
Uma parede de concreto
Onde fica minha vida
Exposta toda ao mundo
Sinto-me uma cretina
Por dizer que não sei por que faço
Se eu mesmo o faço e falo
Por isso ao mundo todo
Minhas desculpas deixam aqui
As lágrimas de uma arrependida

Os erros estão em minha veia
Dentro da corrente sanguínea
Sou uma mentira, sou a mentira
Um demônio disfarçado
Aqui dentro vivo o anjo
Mas ele está encarcerado

Tão bestas minhas palavras
Nada muda assim
Mas quem sabe um dia
Eu sinta falta de mim

Sou cruel até com quem amo
Minha face parece não se importar
Mas a fúria vaga na mente
Minha tortura de ser tão má

Sei o quanto me ama
Pois meus defeitos você vê
Espero que eu me mude e quebre as grades
Para que o belo anjo de asas enormes
Volte de novo a voar e planar...

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