sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Tempestade



Com os olhos vermelhos e com a boca amarga
De tanto  ficar acordado vendo o dia nascer
Esperando mudar ou quem sabe morrer

Vendo as pessoas passar
Vendo os sonhos acabar
Em uma valsa bem curta
A luz de um belo luar

Se o grito acaba a dor
Não deixe de gritar
E esses olhos tão fundos
Só sabem chorar.

Durma e assuma
Nada esperam de você
Querem que você perca a fé
Em você mesmo

E quando a tempestade chegar
Não se esqueça de pedir
Para a tempestade levar

Toda a dor... Embora.

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