terça-feira, 12 de março de 2013

Profundo, fundo

Maldito
Estou em baixo da água
Tão fundo tão profundo
Fica tudo nítido agora
Assim como essa água
Que aos poucos me afoga.

Não quero me deixar ir
Mas não quero parar de sentir
Uma morte cruel e fria

Mas às vezes ela me sentia
Era única coisa a se importar com a minha melancolia.

Deixo que ela me leve
Que me carregue
E também se encarregue
Da morte...

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