sábado, 7 de abril de 2012

Miragem


Não se aproxime de mim
Não vê a nuvem que está sobre minha cabeça?
Talvez seja um chamado de perigo
Algo prestes a sair do controle
Sem pedir autorização
O tempo vem mudando
Tempestades estão de aproximando

Eu não vou sentir
O que você não sente
Eu não vou viver por você
O que você não vive
Não vou sacrificar meu sangue a você
Pois a pouco que me resta para sobreviver

As coisas que você são ilusões
Eu sou alguém que você não quer como amigo
Você se sente fraco demais e cai
Mas não será eu quem vai te alevantar
O pouco que me resta é para continuar

Não ligo para seu senso critico
Não importo com suas frases de efeito
E suas cruzes tortas já perderam a graça
Posso caminhar com minhas próprias pernas
E escrever minhas próprias regras
Enquanto vejo você caído, é uma miragem distante

Eu não vou sentir
O que você não sente
Eu não vou viver por você
O que você não vive
Não vou sacrificar meu sangue a você
Pois a pouco que me resta para sobreviver

Você é uma miragem e eu sou uma realidade.

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