terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Palácio da Tortura

Sinta a dor de minha existência
Ouça meus gritos de exigência
estou aqui para revogar
revogar meus direito de ser humano
queimar o livro sagrado
queimar os demônio que se apoderam do poder
talvez eu finja que foi sem querer
roubando minha vida e minha liberdade
desmanchando sua casa de lego
você nem mesmo sabe o que eu quero
monte o quebra cabeça junto aos porcos
sinta com as palavras os milhares de socos
quero dominar sua casa de tortura
não é nenhum doces ou travessuras
você brinca de arrumar sua casinha
escreva suas regras mais uma vez
enquanto eu cuspo em sua face
piso em seu território sagrado
e mostro sua mascará suja
deteriorando junto de suas mentiras
o palácio que reina desmorona
junto a seu dinheiro porco
sinta mais uma vez o soco
não esqueça que o povo é bem maior
e você está só no seu chiqueiro
morra engasgado na sua sujeira
nem tente tirar a marca que lhe pertence
pois permanecerá para sempre na memoria.

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