sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Mente de erros

No mundo de brincar de se esconder
Não se esconde nem de você mesmo
Nem de seus próprios segredos
No seu mundo vazio um ar ridiculoso o ronda
Trazendo seus sonhos e pesadelos, tudo o assombra

Não sei o quanto ridículo é seu pensamento
Nem mesmo posso julgar a quem estou julgando
um sopro ou um suspiro da ausência inesperada
quebra do silencio de uma mentira sagrada
a mesma dos segredos da fé pouco abalada

campanhas as margens do rio poluído
do seu povo mais cruel e ridículo
da arma ao dinheiro gastos com obras não terminadas;

o riso individuo que corta algo que não quero enxergar
No mundo que você entra nunca mais irei te tirar
caminho feito por você mesmo dos seus mesmo erros.

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