sábado, 10 de abril de 2010

Saudades de você

O que se conquista sobre o sol
E diferente da chuva?
Meus olhos estão cegos
Já não tenho minha intuição
Preciso do tempo para encontrar perfeição
Sonhos minúsculos e pequenos
O que tenho é bem maior
Imenso... Pleno

Me diga o que quero ouvir
Mas não a mentira a me trair
Choro mesmo e não engano
Cordas e notas ao som embalam
Meu pesadelo angustiado e claro
Piso na grama, mas há espinhos
Ando correndo, mas devagarzinho
Corrente se quebra de aço se eleva
E assim tão fácil se nega

Desculpe, eu queria desistir
Vivo apenas por ti
Não o tenho mais
Na mente vou encontrar um aconchego
O mar que navego e te vejo
E as saudades que tenho um desejo
De ir logo te ver correndo.

Um comentário:

Andy Freitas disse...

Já comentei esse texto, mas por algum motivo ele não apareceu.
Não sei se sairá igual mas, tentarei.

Mesmo que você insista em dizer que suas poesias não são grande coisa. Sinto em te dizer, você está enganada. Sim, eu sempre me encanto com essas palavras, às vezes fico até sem saber bem o que dizer. Mas o seu talento é imenso. Nunca o deixe morrer.