terça-feira, 13 de abril de 2010

O que não sei

O que eu não sei sobre as coisas
Nunca saberei sobre a vida
Canso de ver noticia
Da desordem nas esquinas
Acordes que tocam
Lâmpada é a única luz
A fé parece estar em uma valsa
Onde a treva é que reluz
Imaginável e o dinheiro
Nos rostos em meio ao cheiro
Do roubo de sonhos
Mar esta cheio
Minha cabeça estourando
Prefiro sonhar estar na água
Do que morrer queimada.

Um comentário:

Andy Freitas disse...

Esses versos surdos, curtos, rápidos.
Poesia gritada, que bate na gente.

Adorei!