domingo, 18 de abril de 2010

O espinho da redenção

Tudo o que escuto
Tento salvar
Mal estou fazendo
Parar de levantar a voz
Será o sinal que estou morrendo;
Triste aguentar o medo
Mas que tolice
Meus versos, sonhos eternos
Em minhas veias correm
E o mal sobre a borda escorre

Quem não tem amor chora
E aos poucos morre
Queria viver uma liberdade
Onde falo o que penso
Não vou matar ninguém,
Apenas falar...
“Não deixe ninguém te intimidar”
Os fracos me cobram a ausência
Triste condolência.

Meu mundo passa
O ano passa
E logo virarei uma uva passa...
Não deixarei que isso aconteça
Quero ser a flor sem espinho
Será tolice de novo?
No amor há carinho
E na tristeza o espinho
Que não quero em meu caminho.

Há uma voz poderosa que nos impede
Mas que tal fazermos piadas da tal que nos prende?
Somos fortes quando queremos
Verdadeiros quando esperamos
E tristes quando perdemos
Afinal não será fácil nos rendermos.

Um comentário:

JoeFather disse...

Mas uma bela poesia da amiga, que tende a gerar uma reflexão positiva!

Parabéns pela bela inspiração!

Abraços renovados!