sábado, 27 de março de 2010

Única verdade

Paisagem que vejo
Meu espelho
Alma que dorme e se perde
Já nem sei mais seu nome
Amnésia que me faz esquecer
O soro, remédio que em minha veia corre
Meu sangue não já não reconhece minha própria carne
Eu vivo e vejo as pessoas
Que trabalham e vivem sem amores
Fingem esconder todas as dores
Enquanto a faca pressionava sobre o peito
Mata o cristo cujo nome eles inventam
Se for verdade ou mentira, como eu vou saber?
Chuva cai, o rio corre...
A única verdade é que vivemos ate encontrarmos a morte.

Um comentário:

Andy Freitas disse...

Seu talento é imenso, cada vez mais eu vejo isso!