domingo, 14 de março de 2010

Fazer

Sempre faço
Mudo meu espaço
Toco uma musica
Acendo um cigarro
Desenho rabiscos
Políticos sempre otários
Minha vida que começa cedo
Meu dia que acaba tarde
Vou para escola
Levo minha chave
Caminho sobre o declínio
Chuva que cai sem parar
Meu coração que não para de amar
Sono que me consome
Som que destrói
Ferida que não acaba
Sonho que desaba
Minutos que não passam
Semanas que me atrapalham
Meses que separam
Anos iguais que erraram.

Um comentário:

Andy Freitas disse...

UAU! Eu adoro todos os seus textos, mas esse é um daqueles que vou guardar na memória.Poesia que tem alma, que dança diante dos meus olhos...