terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

mentiras

Um dia vivi da mentira
Que ia chover
Que nunca iria escurecer
Que ninguém ia morrer

O sofrer me dizia e a mentira me matava
Assim como as palavras que eu escrevia
Se der neve para mim sol
Como o brilho intenso e doído de um coração partido

Mentiras bobagens
Eu era um ser horrível
Desiludido pela minha loucura
Sem mente e nem pouca compostura

Meus versos tão abertos
Minha mente tão fechada
Meus sonhos e minha vida
Isso foi mais uma grande mentira.

Um comentário:

Andy Freitas disse...

Acontece sempre assim. Mas ás vezes me pergunto se a ilusão, por mais irreal que seja , não é mais confortável do que a verdade...
Bem acho que é nossa facilidade de nos acostumar , e até gostar, da mentira.