segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Medo da tempestade

Trancada em casa
E lá fora a tempestade se arma
Ventos fortes e chuva a cair
Relâmpagos a reclamar
Trovões a me assustar
Através do vidro vejo os pingos
Fico cantando com a solidão
Brincando com meu medo infantil
Mais depois da tempestade vem o silencio
O silencio da calmaria que se espalha
Trovões e relâmpagos a ir embora
E eu aqui tão covarde volto a sorrir pela casa.

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