sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Pesadelos

Milhares de corpos virados
De um pesadelo que eu não quis acordar
O sangue que me mata
É aquele que lava as marcas

E um tom de voz diferente
Fazia a dor mentir que sente
Uma esquina 15 pras sete

Não sobrevivo sem o sol
E meus sonhos não se concretizam
Sobre as verdades que adoecem
Eu sou aquela que finge que esquece

Era a verdade mais pura
De um pesadelo imune de grandeza
Não sei de nada nem tenho certeza
Mais os cegos vêem mais que a beleza

Pois a natureza nos diz
Pesadelos são bobagens e tiragens de uma invenção
E acabam quando aceitamos o verdadeiro destino
Por mais cruel que seja seu declínio.

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