segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Marcha de uniformes

Querem que todos sejam iguais
Mas nem todo documento é um tratado de paz

Essa forma obrigatória de querer um uniforme blindado
Para camuflar os maus camuflados
As marchas e os freios todos cortados
A não ser que queira ser mais um desabrigado
Sem porte de arma,sem nenhum cigarro


Correndo atrás as coisas que eu não queria
Mas quem podia imaginar a dor da ferida
Tragam as maquinas e passem por cima
uma multidão grita

Querem suas casas sua pouca comida
Tem gente que arrisca mais que podia
Mais as pessoas com uniformes
Presos e maltratados

Eu quero a casa a minha morada
Todos querem queimar as roupas
fumar o resto das drogas

Eu amo o deleito de ser preso e ameaçado
Temos que arriscar para não viver calados
Mas alguém não deve ter gostado.

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