terça-feira, 10 de novembro de 2009

Laços

Olho para a minha velha imagem
Revelo os velhos fatos em minha memória
As emacias parecem não saber o que sentem
Canetas, lápis e um velho pincel.

Risadas pelo desperdício simultâneo
Um olhar belo e molhado
Historia escrita em erro errado
Tinta jogada fria e marcada.

Os rifles de plástico
Incomodando guerreiros exaustos
Água na boca por novas provas
Que mudam o rumo de investigações passadas.

Os fios pareciam ter sido cortados
No modesto passado
Novamente tentando substituir com laços
Cansados velhos e sem atos,
Regando o futuro enterrando o passado
Isso que fazem quando não há mais laços.

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