quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Honra da Memória

Não há memórias
O passado escrito
Cadernos rasgados e queimados

Eu imploro por esperança
Uma noite fria e sem cama
Os cobertores me contam historias
E eu durmo sem lembrar

Sem teto de memórias
Vidros de velhas corrupções
De um coração corrompido

Sem as facas que ameaçavam
Memórias passadas construídas
Nem toda honra é merecida.

Nenhum comentário: