sábado, 28 de novembro de 2009

Filhos da lua

Eu tenho poderes
Sinto que nada pode me derrotar
A não ser que eu caia no abismo
Reprimindo a força encontrada, semitismo!

Uma facada na melancolia
Sempre foram meus olhos que diziam
Se nada pensa nada vai esperar
De uma mente vazia que se mata a chorar

Retiram milhares de lembranças
De um povo cruel que só dança
Sobre a lua invisível
Temor terrível

Às vezes precisam de voz
Para salvar da lama a verdade
Sonhe e durma
Poder maior há quem assuma
Somos filhos distantes da lua.

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