quarta-feira, 26 de agosto de 2009

A poeta que ama exageradamente

Sou uma estranha que te ama
uma louca que te engana
só quero te amar
não há promessas
não há razoes para mudar
ao partir te esquecerei
não vim por bilhetes
não vim por celular
vim de corpo e alma só pra te amar
sou assim uma simples exagerada
poeta perdida no mundo
com as rimas roubadas
o tempo conspira contra mim
eu engano e ultrapasso limites
só quero um ponto final ou um fim
acabe com os cadernos
queimem coloquem fogo
manuseie o pensamento
seja humano
durma contando carneiros
acorde contando flores
e morra
oh! morra sim meu bem de amores.

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